Autor: Aline - Data: 24/04/2026 19:04

Na corrida contra o tempo pela vida da filha, mãe depende de apoio para exame crucial que diagnosticará a doença da criança

A pequena Nicolle e sua mãe, Elisângela, disponibilizam a chave PIX (35) 9-1003-9018 e contam com a caridade de quem puder ajudar na causa
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Uma família da classe trabalhadora em Monte Belo, no Sudoeste mineiro, corre contra o tempo para conseguir recursos financeiros, a fim de realizar exame dispendioso, com o objetivo de descobrir se a estudante Nicolle Vitória de Jesus, de apenas 9 anos, possui a síndrome de Ehlers-Danlos (SED). Sem condições econômicas para arcar com o custo do procedimento, de aproximadamente R$ 6 mil, a mãe da menina, Elisângela Aparecida Lourenço, está desesperada, ao mesmo tempo em que recorre a rifas, doações e outras formas de ajuda para salvar a vida da filha. Nesta tarde de sexta-feira, 24 de abril, o repórter e vereador Carlão, do Jornal JOGO SÉRIO, visitou-as e constatou a legitimidade da demanda, que precisa ser suprida o mais rápido possível. - CONTINUE A leitura após a publicidade!!!

Nicolle mora com a mãe, além do esposo da genitora e outro filho de 16 anos. Estudante da Escola Coronel Evangelista dos Anjos, a menina vive cercada de cuidados, uma vez que seu quadro clínico é bastante crítico, com quadros recorrentes de fraqueza muscular hipotonia, hiperextensibilidade da pele, frouxidão articular, alta miopia e luxações. “Até pouco tempo, ela só se locomovia arrastando-se com o bumbum no chão, mas voluntários montebelenses descobriram empresários de Sumaré, no Estado de São Paulo, os quais presentearam a Nicolle com uma cadeira de rodas motorizada e uma cadeira de banho. Foi na Semana Santa e somos muito gratos a eles, que ajudaram demais com esse gesto de caridade”, comentou Elisângela (que sempre trabalhou como secretária do lar e lavradora, durante a safra cafeeira, mas agora dedica-se exclusivamente à filha).

Conforme apurado pelo JOGO SÉRIO, profissionais de saúde que já estão a par das graves condições de Nicolle alertam a mãe dela sobre a urgência do exame, sem o qual não se pode alcançar sucesso no combate à doença. “O SUS não cobre os custos, o exame não é barato, estamos tentando desde 2024 e, agora, a Nicolle está perdendo os movimentos cada vez mais! Os bracinhos e as perninhas dela não esticam totalmente, falta-lhe forças para segurar objetos, os pés estão entortando, seu pulmão é fechado, ela quase não tem colágeno e a síndrome poderá atingir os órgãos internos dela. Por isso, peço pelo amor de Deus que me ajudem, pois não ia expor a Nicole à toa. Eu já fui em vários médicos em Alfenas, Nepomuceno, Ribeirão Preto e Divinolândia! Vou lutar por ela até o fim!”, ressaltou a mãe da criança.

SONHO: Evidentemente ainda sem condições de ter plena consciência sobre tudo o que está acontecendo com sua vida, Nicole (que andava normalmente entre seus 2,5 anos e 6 anos de idade, a partir de quando começaram os problemas) expressou sua vontade, durante a entrevista ao Jornal: “Pessoal, eu quero pedir muito a ajuda de vocês para conseguir fazer o exame e ver o que eu tenho! Eu queria muito andar, brincar com minhas amigas, brincar no escorrega, no balanço, na gangorra”, revelou a menina. “Precisamos desse dinheiro para fazer esse exame e, então, dependo da ajuda de vocês! Na minha cidade, o que eles podiam fazer, já fizeram! Já compraram rifas, já ajudaram... a Prefeitura já falou que não tem condições de fazer (o exame), já tentei entrar (com processo) contra o Estado, mas os advogados de minha cidade não entram e eu não tenho dinheiro para pagar advogados de outras cidades. Então, espero que vocês se sensibilizem e me ajudem a pagar esse exame para a Nicole”, pediu a genitora, cuja chave PIX é: (35) 9-1003-9018. Para saber mais sobre o caso de Nicolle, converse com a mãe dela no telefone (35) 9-9854-9880.

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