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Autor: Carlos Alberto - Data: 19/02/2020 09:42

Professores, pais de alunos e estudantes unidos por uma Educação melhor

Assembleia ocorrida na Escola Dona Queridinha aconteceu neste terça, 18, quando os pontos que motivaram a greve foram externados
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Professores, pais de alunos e estudantes participaram, nesta terça-feira, 18 de fevereiro, de uma assembleia na Escola Estadual Dona Queridinha Bias Fortes, em Guaxupé, para tratarem da greve de educadores no Estado de Minas Gerais. Com salários defasados, más condições de trabalho e o risco de terem os direitos ainda mais prejudicados, a classe conta com o apoio da população para sensibilizar o governador Romeu Zema.
A reunião aconteceu no final da tarde, quando foram externados os pontos que levaram a Educação a parar em Minas. Entre eles, a falta do pagamento ainda do 13º salário a boa parte dos profissionais; o parcelamento salarial que já dura anos; as péssimas condições estruturais para o desempenho do trabalho; a defasagem dos vencimentos, que vem de cinco anos; as imposições da Secretaria de Educação, que cada vez mais sobrecarrega o professorado, mas não lhe oferece instrumentos para executar as funções designadas; entre outros.
Durante quase duas horas, professores, pais e até alunos expuseram seus pontos de vista, tendo ficado claro que as três categorias estão alinhadas em protesto contra o governo. Sendo assim, um manifesto está sendo organizado para este sábado, 22, na Feira Livre. Além disto, educadores cobraram o apoio dos vereadores locais, já que cada um deles tem ligação com um ou mais deputados estaduais, os quais têm poderes para sensibilizar ao governo de Minas.

Que confusão!!!
Em Guaxupé, conforme já divulgado, encontram-se de greve as escolas Dr. Benedito Leite Ribeiro (Ginásio), Dr. André Cortez Granero (Polivalente) e parte da Nossa Senhora Aparecida. No Ginásio, nesta segunda-feira, alunos foram chamados a retornar, mas ficaram acomodados na biblioteca, em vez de terem aulas normais. A atitude, diga-se de passagem, foi repudiada pelos grevistas, que apontaram para a falta de comprometimento de quem convidou os estudantes. Isto, porque o comportamento gerou uma confusão entre pais, que não sabiam ao certo se as atividades haviam ou não sido restabelecidas. De acordo com o apurado, a paralisação continua na cidade, assim como em Guaranésia e ganha força também em outros municípios.

 

 

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  • Wesley - 19/02/2020 22:21
    Eu sou um dos estudantes do Dr Benedito Leite Ribeiro (Ginásio) e posso garantir para você que ficamos nas salas de aula assistindo-as com os professores que de comprometeram a nós dar aulas. Essa notícia não é 100% verdadeira?
  • Simone - 19/02/2020 15:41
    Muito boa matéria, esse deve ser o papel da mídia, informar e estar comprometida com a verdade!

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